terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Alimentação é uma das causas da enxaqueca

Confira a lista de alimentos que você deve evitar para afastar a dor.

 

 


A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 90% das pessoas sofram com dor de cabeça. Inúmeras são as causas que a provocam, mas dentre elas está o que você come, conforme ressalta a OMS. A ocorrência das enxaquecas está relacionada com a alimentação.

A enxaqueca não se apresenta apenas como uma enorme dor de cabeça. Ela geralmente envolve apenas um dos lados da cabeça. Sua dor é forte, latejante e constante. Muitas vezes vem acompanhada de náuseas.

Segundo a OMS, um dos responsáveis em causar essa dor a quem já tem uma predisposição a ter enxaqueca são alguns alimentos, entre eles:
- Laticínios (leite de vaca magro ou gordo, queijo, iogurte etc.)
- Ovos
- Chocolate
- Frutas ácidas
- Carnes de vaca, porco, galinha e peixe
- Trigo
- Amendoim
- Tomate
- Cebola
- Banana
- Maçã


Estadão Conteúdo
http://noticias.r7.com/saude/alimentacao+e+uma+das+causas+da+enxaqueca-04122012

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Alimentação Econômica

Como se alimentar de forma saudável durante a crise financeira.

É possível seguir algumas diretrizes e continuar a comprar alimentos saudáveis, ao invés de passar, devido à crise, para uma dieta de batatas fritas, queijo e massas, ou hambúrguer e cachorro quente.

Faça o seu próprio café em casa, compre fruta e legumes da estação, e ocasionalmente, substitua a carne por fontes de proteínas alternativas, como ovos e feijão, e, mesmo que pareça uma solução fácil, barata e muito tentadora, mantenha-se afastado das cadeias de Fast-Food. A fotografia bonita não compensa a falta de nutrição.

“Os tempos de crise financeira, como a que atravessamos de momento devido ao preço do petróleo, não significa que tenhamos de nos alimentar de forma pouco saudável”, diz Aleitor Mendes, um conhecido nutricionista de São Paulo, Brasil. “Ao planejar com tempo, comprar nas feiras e mercados e aproveitar os produtos de marca própria dos hipermercados podemos poupar muito dinheiro e ao mesmo tempo fornecer alimentos ricos e saudáveis para toda a família.”
 
Fruta e Vegetais

“Comprar alimentos frescos é demasiado caro”. Errado. De fato, comprar frutas e legumes da estação é bastante econômico. Aproveite para comprar alguns alimentos em maior quantidade, poderá também poupar sobre o “desconto de quantidade”
Se não estiverem na estação, poderá adquirir fruta ou legumes enlatados a preços muito acessíveis. Aproveite e confira as marcas próprias dos hipermercados, já que a qualidade é assegurada e a preços muito inferiores. Estes alimentos são enlatados ainda muito frescos, pelo que a qualidade nutricional se mantém praticamente na íntegra.
Uma das melhores formas de conseguir vegetais e frutos frescos é cultivá-los você mesmo, caso possua um quintal ou um pequeno jardim com espaço suficiente para o fazer. Caso não tenha espaço, poderá sempre plantar ervas frescas num vaso dentro de casa.
  
Proteínas

Conseguir proteínas pode ser algo complicado com um orçamento reduzido. Filet mignon, bife do lombo ou lagosta fresca é apenas uma miragem para carteiras apertadas, mas poderá ainda encontrar boas peças de carne a preços baixos.
Em primeiro lugar, é preferível comprar peças de carne “não preparadas”. Poderá marinar ou rechear a carne você mesmo, não precisa que o talho ou loja faça isso e cobre pelo serviço. Poupa dinheiro, e poderá ter um maior controlo sobre o teor nutricional e o nível de sal dos temperos. Comprar galinha inteira com os ossos custa bastante menos, e poderá retirá-los facilmente para preparar uns saborosos peitos de galinha. As carnes menos nobres da vaca ou do porco são bastante mais baratas, contudo, apresentam muitas vezes uma rigidez ou gorduras que se podem tornar bastantes desagradáveis. Ao estufar estas carnes, o tempo de cozedura vai fazer a carne amolecer e devido ao tempo da confecção vai obter um saboroso prato.
E a carne não é a única opção. Considere substituir a carne por alternativas proteicas duas ou três vezes por semana. O feijão, ovos ou manteiga de amendoim são apenas exemplos de excelentes fontes de proteínas que ajudam a manter bons níveis de nutrição em tempos de crise.

Cereais

Tal como no caso das fontes de proteínas, comprar produtos menos processados é preferível. Prefira arroz (integral) às misturas que muitas vezes são apenas engenhosos truques de marketing que nada beneficiam a sua nutrição e saúde.
É também uma boa idéia comprar pão, bolo-pão ou tortillas quando estão a preços mais acessíveis e congelá-los para comer mais tarde. O valor nutricional mantém-se praticamente inalterado por bastante tempo.

Bebidas

Uma excelente solução para poupar mais é comprar um filtro de água em vez de comprar água engarrafada. Se preferir os sumos, opte por concentrados em vez de refrigerantes.
Beba o café da manhã em casa. Acrescentar umas gotas de leite ou natas (magras) dará ao café da manhã um toque especial, e muito mais barato do que sair todas as manhãs para tomar o pequeno almoço na rua.

Snacks

Os snacks (batatas fritas de pacote, tiras de milho de pacote, etc) são normalmente produtos de pobre nutrição e pouco saudáveis. Evite este tipo de produtos, mas se não conseguir viver sem eles, opte por pacotes familiares e faça você mesmo os pacotes individuais. Poupará cerca de 50%.

Dicas Gerais

- Compre produtos de marca própria do hipermercado (ou marca branca)
- Compre produtos familiares e em pacotes grandes para poupar dinheiro e faça depois em casa pacotes individuais.
- Compre produtos em saldo ou em promoção e congele para consumir mais tarde.
- Não caia nas armadilhas dos hipermercados. Junto às caixas para pagar estão colocadas várias “ilhas” de produtos como pastilhas elásticas, gomas, doces, bolos, biscoitos, entre outros, que as pessoas são tentadas a comprar enquanto esperam na fila para pagar. Concentre-se na secção dos legumes e frutas frescos.
- Use coupons de descontos. Mas apenas para aqueles produtos que já consome normalmente, e não para produtos ricos em gorduras ou açúcares.
- Cozinhe em casa e evite sair para jantar.
- Mas se decidir sair para jantar fora, não se envergonhe e caso sobre muita comida, diga ao empregado para guardar e leve para casa.
- Substitua a carne por outras fontes proteicas de custo reduzido duas a três vezes por semana.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Cereais ajudam na prevenção de diabetes, obesidade e câncer

Conheça os benefícios nutricionais e preventivos dos grãos, estes gigantes da alimentação. 

Diferentes em forma, textura e sabor, os grãos trazem em comum um grande beneficio para a saúde e o bem-estar do organismo. Presentes na dieta humana desde tempos longínquos, os cereais têm altos níveis de carboidrato, baixos teores de gorduras e são ótimas fontes de proteína, além de fserem fonte de boas doses de fibras, vitaminas e minerais. 

 Entre os grãos, as variedades subdividem-se em cereais integrais (arroz integral, aveia, centeio, cevada, milho, quinoa, trigo, entre outros), derivados de cereais integrais (aveia em flocos, farelo de trigo, farinha de centeio, fubá, flocos de milho, germe de trigo, pão de centeio, pão de trigo, pão integral, pipoca) e cereais refinados (arroz branco, farinha branca, macarrão, pão branco). 

“É recomendado que o consumo de alimentação desse grupo seja composto por alimentos integrais” explica a nutricionista Gisele Severo, lembrando que a fibra presente nesses alimentos promove maior saciedade sem aumentar o volume calórico.

Além de uma das principais fontes de nutrientes na alimentação, pesquisas recentes mostram a importância da ingestão de uma dieta rica em grãos (em especial os integrais) na prevenção de uma série de doenças.
“Os grãos integrais atuam na prevenção de uma série de doenças, como as cardiovasculares, o diabetes, a obesidade e até o câncer “, ensina Gisele

Já os cereais refinados sofrem modificações na textura do grão e, nesse processo, ocorre também remoção da fibra dietética, de ferro, zinco e diversas vitaminas do complexo B.

De acordo com uma pesquisa realizada em 2007 pelo Centro Nacional de Excelência em Alimentos Funcionais da Universidade de Wollongong, na Austrália, o consumo diário de uma a duas porções de alimentos com grãos integrais reduzem de 20% a 30% o risco de doença cardiovascular, diabetes, AVC e alguns tipos de câncer. Esse índice é comparável à ingestão de 5 a 6 porções de frutas e vegetais. Uma pesquisa semelhante realizada por pesquisadores da Grã-Bretanha e da Holanda mostrou que
acrescentar 90g por dia de grãos integrais na dieta está ligado a uma redução de 20% no risco de câncer colorretal.


Por Marianne Scholze , especial para o iG São Paulo 

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Ter companhia traz longevidade, apontam estudos recentes

Um deles mostrou que solitários com mais de 60 anos têm 45% mais risco de morrer mais cedo do que os que se sentem conectados a outras pessoas.

 

Morremos sozinhos, dizem os filósofos. Mas podemos morrer mais cedo se passarmos a vida sozinhos. Vínculos próximos com amigos e familiares podem afastar problemas de saúde e uma morte prematura, sugerem pesquisas recentes.

A solidão é um fator de risco quanto ao declínio funcional e à morte prematura em adultos que têm mais 60 anos, de acordo com uma pesquisa da Universidade da Califórnia, em São Francisco, publicada em julho deste ano. 

Longevidade: segredo é manter amigos mas também buscar a companhia de pessoas diferentes e de jovens, dizem pesquisadores.

Mais de 43% dos 1.604 participantes do estudo relataram que se sentiam excluídos, isolados e sem companhia com frequência.

Durante um período de seis anos de acompanhamento, mais de metade das pessoas que se identificaram como solitárias demonstraram dificuldades com a limpeza e a organização básica da casa e com tarefas pessoais. Descobriu-se também que elas tinham 45% a mais de risco de morrer mais cedo do que os adultos mais velhos que se sentiam mais conectados a outras pessoas.

A maioria das pessoas solitárias (62,5%) era casada ou não morava sozinha – uma indicação de que se sentir solitário e estar sozinho não são a mesma coisa.

"Não é a quantidade, mas a qualidade de seus relacionamentos que importa", disse Carla M. Perissinotto, geriatra que liderou o estudo.

"Não dá para saber quem se sente solitário. Não se trata apenas de uma velhinha que mora sozinha."

O estudo não investigou por que as pessoas diziam se sentir solitárias, acrescentou Perissinotto. "A solidão é biológica ou  é socialmente mediada – o que significaria que as pessoas solitárias simplesmente não cuidam de si mesmas ou não recorrem ao sistema de saúde? Quais são os mecanismos em jogo? De quais intervenções práticas poderíamos nos utilizar? Esse precisa ser o próximo passo da pesquisa", questionou ela.

Os efeitos da solidão para a saúde não devem ser ignorados, acrescentou ela. "As pessoas solitárias não têm a iniciativa de conversar com um médico ou com os filhos", disse ela. "E se elas não conversarem com ninguém a respeito, ninguém vai tomar conhecimento."
Outras pesquisas descobriram que a solidão crônica está associada a problemas de pressão arterial alta , doença cardíaca coronária, diminuição da resposta imunológica, depressão , dificuldades de sono, declínio cognitivo e demência
 .
Até o momento, os pesquisadores ainda não compreenderam o modo como a solidão prejudica a saúde e acelera o envelhecimento, diz Louise C. Hawkley, psicóloga da Universidade de Chicago. Ela escreveu vários artigos sobre a solidão com um colega, John T. Cacioppo, com base em um amplo estudo de longo prazo sobre moradores do Condado de Cook, no Estado de Illinois.

As pessoas cronicamente solitárias – estimadas em 20% da população em geral e até 40% dos adultos com mais de 65 anos – podem ter problemas por causa da maneira como concebem as outras pessoas, disse Hawkley.

"Em vez de procurar por sinais de aceitação vindos dos outros, as pessoas solitárias ficam em alerta procurando por sinais de rejeição", disse ela.

"Se temos medo de que os outros não nos aceitem, podemos parecer indiferentes ou exigentes. Então, as pessoas se tornam mais cuidadosas quando falam conosco, a profecia do solitário se realiza e um círculo vicioso que gera a solidão se desenvolve."

 Atividade física: além de beneficiarem o corpo, os exercícios são uma oportunidade de socialização.


Por Tara Parker Pope

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Aposte nos produtos da estação

Consumir alimentos durante a safra é mais vantajoso para a saúde e para o bolso.
A primeira vantagem de consumir um alimento na época ideal pode ser percebida na conta da feira ou do supermercado: quando estão na safra, frutas, verduras e legumes são mais baratos.
A explicação está na lei da oferta e da procura: há uma maior quantidade desses alimentos, os agricultores precisam vender e o preço diminui.
Além da economia, especialistas afirmam que, no auge da safra, os alimentos têm maior qualidade nutricional, ou seja, são superiores em termos de vitaminas.
“É a época do ano em que ele está se desenvolvendo, então, tem suas propriedades nutricionais mais concentradas”, explica a nutricionista Amélia Reis, consultora técnica do Conselho Regional de Nutrição da região da Bahia e Sergipe.
O consumidor ganha no preço e na qualidade do que está consumindo, mas também em outros dois aspectos: no uso menor de agrotóxicos e no sabor mais apurado do alimento. “Para que uma verdura se desenvolva bem fora da época dela, é preciso usar mais agrotóxicos do que em outros períodos”, relata a nutricionista.
O sabor também muda e é mais intenso durante a safra. Solange Saavedra, do Conselho Regional de Nutrição, em São Paulo, afirma que a diferença pode ser percebida principalmente em frutas. “A tendência é ela ser ácida ou doce. Quando está no auge da produção, o sabor fica extremamente acentuado”, relata. Fora desse período, o gosto fica longe do ideal.

Como escolher
Cor e aroma são dois fortes diferenciais entre os alimentos “da estação” e daqueles plantados e colhidos fora de época. Frutas, verduras e legumes devem apresentar cores fortes e uniformes. Um tomate, por exemplo, não deve ter vários tons de vermelho em um mesmo fruto, nem cores muito diferentes do tom predominante. “A ligação entre o fruto e o caule deve transitar entre o verde e o vermelho, ser um pouco alaranjado. Se essa região tiver um aspecto diferente disso, significa que o tomate foi colhido antes ou depois do tempo ideal”, esclarece Amélia. A couve deve ser verde escura, e não amarelada.
Na hora de escolher uma fruta aposte no olfato: esse sentido vai dizer com precisão se o produto está ou não na época. Mangas e abacaxis são bons exemplos disso. Se não exalarem um forte cheiro adocicado, é bem provável que tenha sido colhidos fora da época.

Substituição
Como não é possível encontrar determinados alimentos durante o ano inteiro, a solução indicada pelas especialistas é substituí-los. “No caso das verduras, o ideal é trocá-la levando em consideração a cor. Trocar verde escuro por verde escuro, por exemplo. Trocar a rúcula pela escarola e o espinafre pela chicória ou pelo agrião, seguindo a coloração”, indica Solange.
Amélia aconselha ainda atenção à composição do alimento, para tentar substituí-lo por um semelhante. “Se não é época de laranja, opte pelo limão, que também tem uma boa quantidade de vitamina C”.

http://saude.ig.com.br/bemestar/aposte-nos-produtos-da-estacao/n1237551408391.html

Chris Bertelli, iG São Paulo 

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Cuidado com fones de ouvido, você pode ficar surdo!

 De acordo com especialistas, o uso excessivo é prejudicial à saúde


Os recordes que a Apple bate ano após ano na venda de seus produtos como o iPod significam também que cada dia mais pessoas estão conectadas a seus fones de ouvido.
Entretanto, a popularização desse acessório preocupa especialistas que afirmam que o uso excessivo do fone pode resultar em perda auditiva leve ou, em casos mais graves, em surdez.
O uso do fone de ouvido é prejudicial quando ele ultrapassa os níveis saudáveis para o aparelho auditivo. Quando a medida de som – o decibel – vai além dos 80 é hora de começar a ficar alerta, como explica o otorrinolaringologista Salomão Caruí.
— A altura recomendada é a metade do volume máximo emitido pelo aparelho. Uma dica prática é perguntar às pessoas próximas se estão escutando o som que sai pelo seu fone de ouvido. Se sim, é melhor baixar o volume.
Segundo a sociedade Brasileira de Otologia, a 85 decibéis, o tempo máximo de exposição por dia é de oito horas. Conforme o volume aumenta, o tempo de exposição tem de ser reduzido. A 115 decibéis, por exemplo, que seria ficar na balada perto da caixa de som, a exposição não deve ultrapassar os sete minutos.
Um dos mitos em relação ao fone de ouvido é que o fone de inserção (pequeno colocado dentro da orelha) seria pior que o de oclusão (externo). Na verdade os dois são prejudiciais, como acrescenta Salomão.
— Os menores, por estarem em contato direto com o canal auditivo, podem agredir mais, mas tudo depende da equação formada pelo tempo de exposição e a altura do som, se a soma for negativa, ambos farão mal.
Um dos primeiros sintomas de que algo não vai bem com o aparelho auditivo é o tinnitus, o conhecido — e chato — zunido. Se você tem problemas para escutar o que alguém diz, em um tom normal de voz, estando em um ambiente com pouco ruído, é aconselhável procurar um fonoaudiólogo e diminuir imediatamente a intensidade do uso do fone.
Felizmente, o uso do fone de ouvido não é somente prejudicial. Desde que utilizado na medida certa, ele pode trazer diversos benefícios para a saúde e o bem-estar. O fone é um excelente aliado para te ajudar a relaxar em momentos de estresse no trabalho ou para aumentar seu pique na hora da malhação.

Pamela Domingues, do R7